No oco do tempo ressoam profecias, gritos, gargalhadas, sonhos, roncos, suspiros, assobios, cânticos, choros, silêncio. Uma corpa abre caminhos trajada de memórias, dança a sinfonia dos espíritos da terra, em uma travessia para assentar-se. Travessia que convoca diversos seres encantados presentes, que se encorporam em um cortejo. Transmutação corpa-encante-altar. O altar coletivo se forma, todes são convidades partilharem suas memória, ritual para grafar no tempo a memória do amanhã.